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José Bonifácio

Blog de José Bonifácio (61)

Sonetos da Alma - 060 Amor, Arte e Maestria!

060 AMOR, ARTE E MAESTRIA! O amor jamais fora venal. Não há como ser comercializado. Ele surge prodigalizado. Como um verdadeiro arsenal. Ocupa todos os espaços. Pelas entranhas, adentra; Onde sua força concentra. Como águas nos seus belos traços. Com invulgar notoriedade Obstáculo contorna, Usando da… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 15 novembro 2009 às 11:22 — Sem comentários

Sonetos da Alma - 059 Roturas e Lassos

059 ROTURAS E LASSOS Seus olhos faiscaram, Ao vislumbrarem os compassos Das roturas e lassos; Que impiedosamente atacaram! Os escombros vulcânicos, Erupções tempestivas, Não apagaram as horas festivas. Mesmo em as dimensões de pânico! Oh, que paixão controvertida, Complexa e inconstante. Não há paz,… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 15 novembro 2009 às 11:20 — Sem comentários

Sonetos da Alma - 059 Roturas e Lassos

059 ROTURAS E LASSOS Seus olhos faiscaram, Ao vislumbrarem os compassos Das roturas e lassos; Que impiedosamente atacaram! Os escombros vulcânicos, Erupções tempestivas, Não apagaram as horas festivas. Mesmo em as dimensões de pânico! Oh, que paixão controvertida, Complexa e inconstante. Não há paz,… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 15 novembro 2009 às 11:20 — Sem comentários

Sonetos da Alma - 058 Evasivas

058 EVASIVAS Nas estradas desta vida, Em muitas ensanchas, De recursos sem manchas; Sua pessoa fora provida! Procurou das verdades jamais fugir. Pela dignidade primando. Permaneceu sempre amando, Sendo sensata ao agir. Veracidades deglutidas Fortalecem a personalidade. Ah, como amo essas destrezas! Funda… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 15 novembro 2009 às 11:16 — Sem comentários

Sonetos da Alma - 057 Atitudes Impensadas

057 ATITUDES IMPENSADAS Naquela noite malfadada, Parecia fugirem os olhos seus Das retinas dos olhos meus. Meu Deus! Perdi minha amada! Viam-se nascerem as distâncias: Palavras em desencantos. Nossas entranhas em prantos, Aspirando nossas fragrâncias! Que dimensão insuportável! As atitudes impensadas… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 15 novembro 2009 às 11:00 — Sem comentários

Sonetos da Alma - 056 Janela

056 JANELA Viam-se reluzir constantes De raios de sol em fulgores, Proporcionando leitos de amores Intensos e fragrantes. E perfumes de cravo e canela Do seu meigo corpo exalavam. Como suas belezas me impulsionavam. Vendo-a ali da janela! Não havia como me conter, Diante de tal formosura, Exposta co… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 21 outubro 2009 às 23:53 — Sem comentários

Sonetos da Alma - 055 Delírios

055 DELÍRIOS Observando as flores, Em plena harmonia, Com os pássaros em sinfonia; Tangendo dóceis louvores! Surgiam lembranças graciosas, Dos altos das entranhas, Com vozes belas e estranhas. Que dádivas preciosas! Meu ser em delírios Almeja ser amado, Como os pássaros amam as flores! Assim anelo ser cor… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 21 outubro 2009 às 23:51 — Sem comentários

Sonetos da Alma - 054 A Veracidade

054 A VERACIDADE Nos encantos das puras Verdades estão as minas, Das fontes raras e divinas. Alavancas firmes e seguras. Nada pode deter A incontestável verdade. Ela é o princípio da felicidade E a mesma devemos nos submeter. Seu efeito é eficaz. Sua ação é insistente. Da justiça, a dignidade. Como amo ess… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 21 outubro 2009 às 23:49 — Sem comentários

Sonetos da Alma - 053 Eflúvios da Paixão

053 EFLÚVIOS DA PAIXÃO Em batidas compassadas Meu coração pulsava. Apenas em você, eu pensava. Não sendo ideias ultrapassadas! Seu hálito pude sentir, Embriagando o meu ser. Cheguei a estremecer. Bastava você consentir! Nossas retinas em sinergia, Vislumbravam com ansiedade, Sendo agitadas pelos eflúvios… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 4 outubro 2009 às 13:15 — Sem comentários

Sonetos da Alma – 052 Fumegantes Olhares

052 FUMEGANTES OLHARES Que delirante alegria! Deparar com a exuberância Da pureza da sua elegância, A qual assimilei com maestria! Seus fumegantes olhares, Alinhados aos teus passos, Ordenaram os meus compassos, A ascenderem outros patamares! Assentei-me ao teu lado, Aninhando-me na tua retina. Quando, e… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 26 setembro 2009 às 17:03 — Sem comentários

Sonetos da Alma - 051 Sutileza das Águas

051 SUTILEZA DAS ÁGUAS As expressões, movimentos e emoções Possuem a sutileza das águas. São alegrias tristezas e mágoas Em harmoniosas canções. Sons de belezas raras Para enlevo da alma. No puro frescor da calma, Extirpando dos corações as escaras! São rios de lágrimas santas. Dos amores que navegam, Su… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 22 setembro 2009 às 15:46 — Sem comentários

Sonetos da Alma – 050 Força Interior

050 FORÇA INTERIOR Seus passos delineados Com olhares frequentes, Distantes e dementes; Precisam ser desfrutados! Agora, existe uma distância Profunda e marcante. Obstáculo terrível e possante, Fomentando a discrepância! Mas, há uma força interior Meu ser energizando, No mais puro e firme compasso! Com… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 13 setembro 2009 às 3:19 — Sem comentários

Sonetos da Alma - 047 Bárbara

047 BÁRBARA Seus cabelos em desalinho, Pela sua voz são adornados, Como símbolos de seres apaixonados. Cheios de emoções, meiguices e carinho! Profundamente, amo sua simplicidade. Sim, porque é algo fascinante. Sua pureza sempre presente é marcante. Aprecio vislumbrar sua dignidade. Que porte gentil e marav… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 13 setembro 2009 às 3:14 — Sem comentários

Sonetos da Alma – 046 Sinergia

046 SINERGIA Brilhando como uma estrela, Numa sublime prece Onde teu ser adormece. Indubitavelmente, agradaria vê-la. Seria belo e tranquilo Vislumbrar teu bosque. E ali, num enrosque, Provocar som e ouví-lo! Desfrutar de suores em sinergia, Entre vozes entrelaçadas. Em nobres e sutis sensações, Pelas doçu… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 13 setembro 2009 às 3:12 — Sem comentários

Sonetos da Alma – 048 Malbaratado

048 MALBARATADO No silêncio dos pensamentos, Junto à mesa, alinhado. Permaneço malbaratado. Preciso reviver certos momentos. Enfim, procurar te encontrar Nas campinas e restaurar-me. Para nos teus braços deleitar-me; Dizendo: É assim que sei te amar! Creio que uma nova oportunidade Deus nos proporcionará. P… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 13 setembro 2009 às 3:00 — Sem comentários

Sonetos da Alma – 049 Belos Regaços

049 BELOS REGAÇOS No regaço da alma, A chuva tamborilava; Revelando o quanto te amava, Com a máxima prudência e calma! Nos amáveis encontros, Nossos corpos resfolegavam, Em doçuras se entregavam. Sempre ágeis e prontos. Todos os corporais espaços, Com maestria eram ocupados, Na mais perfeita harmonia!… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 13 setembro 2009 às 3:00 — Sem comentários

Sonetos da Alma – 045 Restaurando Pensamentos

045 RESTAURANDO PENSAMENTOS Ao caminhar pelas montanhas, Livrei-me de certos tormentos E de terríveis sentimentos. Onde prevaleciam as patranhas! No entanto, sempre prometi Amar profundamente. Dedicar-me a ti tão somente. Destarte, meu coração comprometi. Ah, se eu pudesse Penetrar na… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 25 agosto 2009 às 2:44 — Sem comentários

Sonetos da Alma – 044 Aos Meus Olhos

044 AOS MEUS OLHOS Aos meus olhos Como você é agradável, Delicada e formidável, Ao enfeitar os meus molhos! Ah, aos meus olhos Como você é amável, Para se viver um amor insofismável, Nos tapetes dos assoalhos! Na restinga vou permanecer, Vislumbrando o horizonte Em telú… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 25 agosto 2009 às 2:37 — Sem comentários

Sonetos da Alma - 043 Lendária Calçada

043 LENDÁRIA CALÇADA Ao ascender aquela Simples e lendária calçada; A chama do amor fora realçada, Brilhante como uma aquarela. Um belo romance começava Rapidamente a descortinar. Não havia como procrastinar. A uma paixão me lançava. Seus sedosos e belos cabelos, Desalin… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 25 agosto 2009 às 2:34 — Sem comentários

Sonetos da Alma – 041 Demência

041 DEMÊNCIA Lágrimas na aljava Fui recolhendo. Quando há meses correspondendo, Ela não estava. O amor que anelei Possuir, manter e honrar, Foi diluindo até acabar. O fato é que sempre a amei! Será preciso por esse amor Permanecer lutando, Com tanta insistência? Seu perfume está fa… Continuar

Adicionado por José Bonifácio em 16 agosto 2009 às 13:14 — Sem comentários

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Marcio Marcelo  Nascimento Sena Marcio Marcelo Nascimento Sena criou esta rede social no Ning.

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